Questões Polémicas

Questões Polémicas

Debate e fact-checking

A visibilidade que o crescimento dos meios suaves tem despertado atenção sobre eles, mas a falta de coragem de tomar as medidas que tornam realmente mais seguro leva a fazer o que está mais acessível e tem menos reação. Análise dos temas mais controversos sobre ciclismo em Portugal.

A possível influência da falta de equipamento na indemnização depende da lei, da prova e da decisão judicial.

Capacete obrigatório: quem lucra, as seguradoras

Com o capacete obrigatório, a falta dele pode reduzir indemnizações e quem paga menos são as seguradoras. Art. 570.º, seguro obrigatório e Países Baixos.

Trotinetes partilhadas, particulares legais e modelos de alta velocidade: que problema resolve cada medida?

O alvo fácil: partilhadas, particulares e fiscalização

Partilhadas, particulares legais e veículos ilegais: o que os dados permitem distinguir; refletores, fiscalização e o exemplo de Nova Iorque.

Capacete obrigatório: o que diz a evidência

Capacete obrigatório: o que diz a evidência

A evidência geral sobre a obrigatoriedade: efeito dissuasivo, falsa sensação de segurança e safety in numbers.

Ciclistas têm mais regalias?

Ciclistas têm mais regalias?

Análise das supostas "regalias" dos ciclistas versus realidade. Comparação de direitos, deveres e impactos no trânsito.

Inquérito Câmara de Lisboa

Inquérito Câmara de Lisboa

Resposta sobre as fotografias mostradas no inquérito da câmara de Lisboa. Análise crítica das propostas municipais.

POSTS da GNR

POSTS da GNR

Publicações da GNR no Facebook. Análise das comunicações oficiais sobre segurança e educação rodoviária.

A responsabilidade do condutor ao ultrapassar um ciclista

A responsabilidade é do condutor

Uma crítica à publicação da GNR Coimbra sobre a ultrapassagem de ciclistas, a distância de 1,5 metros e a falsa equivalência de responsabilidades.

Proposta de cartaz «Mobilidade Ativa em Segurança» — exercício do Web com mais pedalada

O cartaz da PSP Santarém sobre velocípedes e trotinetas

Análise crítica do cartaz da PSP: recomendações juridicamente imprecisas, responsabilidade concentrada nos mais vulneráveis e o silêncio sobre os automobilistas.